12 de fevereiro de 2026
Nota

Pesquisa mostra fragilidade dos partidos no Brasil; RN confirma movimento

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O PT mantém a liderança nas pesquisas de preferência partidária no Brasil. Uma questão de coesão interna, capilaridade social e à liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, mas com apoio limitado.

Segundo pesquisa  Datafolha divulgada esta semana , apenas 24% dos eleitores se identificam com a sigla, enquanto 46% não escolhem nenhum partido —o maior contingente desde 1989.

Nas urnas, o desempenho é ainda menor: a federação liderada pelo PT obteve 15,8% das cadeiras da Câmara. O cenário evidencia o peso do personalismo político, também observado no PL, impulsionado por Jair Bolsonaro, e o declínio de partidos tradicionais como MDB e PSDB, hoje com índices residuais de preferência.

O quadro expõe a fragilidade do sistema partidário brasileiro, incapaz de cumprir plenamente sua função democrática de representar ideias e interesses de forma clara.

Apesar de avanços institucionais recentes, como regras que restringem recursos e propaganda a siglas sem desempenho eleitoral, os partidos continuam pouco programáticos e excessivamente dependentes de fundos públicos e da troca de apoio por cargos e verbas.

Para recuperar relevância, precisariam se organizar em torno de valores e programas e buscar sustentação social mais ampla; do contrário, seguirão existindo apenas como siglas burocráticas, distantes do eleitorado.

O Rio Grande do Norte confirma as estatísticas. Na última semana do ano, uma prova disso; o MDB do vice-governador Walter Alves sofreu uma debandada com nomes, que haviam confirmado filiação para disputa de 2026.

Motivo? Respondeu o deputado estadual Dr Bernardo, a falta de alinhamento com o Governo. Nada a ver com ideologia ou identidade com o perfil programático da legenda.

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