12 de abril de 2026
Nota

Presidenciável do MBL cita resistência de Mossoró a Lampião como exemplo de combate ao crime organizado

Na tentativa de viabilizar a sua candidatura à Presidência da República e de promover o recém-fundado partido Missão, que nasceu do MBL, Renan Santos tem adotado como tática discursos inflamados e posições extremistas nas redes sociais.

O fundador do MBL já se comprometeu em “acabar com raça” de Flávio Bolsonaro (PL) e disse que ele tem que morrer. Também pregou a execução de criminosos e defendeu um processo de intervenção no Maranhão.

Renan passou a difundir a importância de o Brasil produzir armas nucleares, ao lado do deputado federal Kim Kataguiri (União). Principal representante do MBL no Congresso, Kim é autor de uma PEC que autoriza o país a produzir bomba atômica “para fins pacíficos“.

RESISTÊNCIA DE MOSSORÓ É EXEMPLO

Na semana passada, Renan escolheu Mossoró (RN), conhecida pela resistência ao bando de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, para expor suas ideias na área de segurança pública.

“Vagabundo se trata na bala, se mata, se elimina. Na época, o Colchete e o Jararaca, dois dos principais soldados do Lampião, vieram a óbito. Vamos fazer isso com o PCC, o Comando Vermelho, o Sindicato do Crime.

Ao tratar do Nordeste, onde o Missão tem investido bastante, Renan se coloca como o único pré-candidato que não fala da região “de maneira condescendente”.

Especificamente sobre o Maranhão, afirmou que é “uma bosta” viver lá e defendeu intervenção federal do estado.

Deu na Folha

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