13 de fevereiro de 2026
Recorte de Jornal

Quando Bolsonaro fala de Thaís Oyama conta sua própria história

Bolsonaro-Thais

 

Por Elio Gaspari

Jair Bolsonaro chamou a jornalista Thaís Oyama, autora do livro “Tormenta”, de “essa japonesa que eu não sei o que faz no Brasil”. Ela faz o mesmo que ele: vive no país onde nasceu. Oyama é neta de japoneses e Jair é bisneto de italianos.

Por mais preconceitos que tenham ofendido os japoneses, foram migalhas se comparados com as ofensas atiradas contra os italianos.

Delas, a mais interessante partiu de um ilustre quatrocentão ao referir-se a Alfredo Buzaid, ministro da Justiça do presidente Médici.

“Não se pode confiar nos italianos, veja o caso desse Buzaid”.

(Ele descendia de imigrantes do Oriente Médio.)

Um comentário sobre “Quando Bolsonaro fala de Thaís Oyama conta sua própria história

  • A Constitução da República Federativa do Brasil (CF/88) deveria ser respeitada, não só pela população brasileira, mas, PRINCIPALMENTE, pelas autoridades constituídas. A CF/88 no seu art. 2º. preconiza que os 3 poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo) são INDEPENDENTES e HARMÔNICOS entre si. A INDEPENDÊNCIA ocorre porque cada um desses poderes impõe-se CONTRA EVENTUAIS ATAQUES. Quanto à HARMONIA, esta está destoando em face de ataques por algumas tendências AUTORITÁRIAS que NÃO ADMITEM que suas atuações, apesar de coerentes, NÃO ESTÃO DE ACORDO COM SUAS “VONTADES PESSOAIS” ! Quando isso ocorre perde-se a HARMONIA e a INDEPENDÊNCIA tende a se transformar em INTERDEPENDÊNCIA indesejável.
    Vale frisar que vivemos Numa DEMOCRACIA (embora ANARQUISTA), HAJA VISTA QUE OS PODERES TENDEM a SE DESARMONIZAR e A INTERFERIR, direta ou indiretamente entre esses Poderes da República.

    Resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *