10 de maio de 2026
Nota

Reportagem do Wall Street Journal expõe uso de igrejas pelo PCC para lavar dinheiro no Rio Grande do Norte

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O Primeiro Comando da Capital saiu das celas da penitenciária de Taubaté para se tornar uma organização de alcance global.

Reportagem do The Wall Street Journal mostra que o grupo hoje atua em quase 30 países, com cerca de 40 mil integrantes e uma estrutura comparada à de uma multinacional, sustentada principalmente pelo tráfico internacional de cocaína produzida na Colômbia, Peru e Bolívia.

O levantamento detalha ainda como o PCC diversificou suas operações, criando esquemas sofisticados de lavagem de dinheiro que passam por setores como postos de combustíveis, imóveis, fintechs e até instituições religiosas.

Nesse ponto, o Rio Grande do Norte aparece como peça relevante: investigações locais iniciadas pelo Ministério Público em 2023  identificaram uma célula do grupo que teria criado igrejas para lavar dinheiro do tráfico, prática que vem sendo chamada de “narcopentecostalismo”.

A reportagem também aponta o avanço da facção sobre áreas estratégicas, incluindo influência política e presença internacional. Casos recentes envolvem suspeitas de financiamento de campanhas eleitorais e operações nos Estados Unidos, onde autoridades já identificaram afiliados em diferentes estados.

O cenário reforça como o PCC expandiu sua atuação — e como estados como o Rio Grande do Norte entram no mapa dessa engrenagem criminosa global.

Um comentário sobre “Reportagem do Wall Street Journal expõe uso de igrejas pelo PCC para lavar dinheiro no Rio Grande do Norte

  • Atirar a esmo como faz essa reportagem pode gerar mais preconceitos, e não mudar nada.

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