17 de agosto de 2026
NotaOpinião

RN se torna potência na produção de queijos

O Rio Grande do Norte voltou a dar provas de sua força e vocação criativa bem longe de casa. Na 9ª edição do Prêmio Queijo Brasil, realizada em Blumenau (SC), os produtores potiguares protagonizaram um verdadeiro feito: voltaram na bagagem com nada menos que 47 medalhas, sendo 16 de ouro, 20 de prata e 11 de bronze.

Num certame de peso nacional, que reuniu quase três mil produtos de 600 expositores de todo o país, a performance da turma potiguar impressionou pela alta aprovação técnica. É o retrato da maturidade de uma cadeia produtiva que tem o Seridó e o Agreste como grandes pilares. A excelência do nosso portfólio lácteo brilhou desde os ícones do Sertão, como o queijo de manteiga, o coalho e a insubstituível manteiga da terra,  até a refinada linha de ricotas, iogurtes, doces de leite e manteiga Ghee.

Das dez empresas artesanais que fincaram a bandeira do RN na competição catarinense, dois nomes merecem registro especial: a Queijaria Dona Branca, de Currais Novos, que faturou oito medalhas e o cobiçado título de “Melhor Lácteo do RN”; e a Queijaria Gertrudes, de Caicó, que também cravou oito medalhas, conquistando o ouro máximo no queijo de coalho e na manteiga da terra.

Completaram a vistosa delegação potiguar as queijarias Galego Brabo, Do Mago, São Francisco, 5 Irmãos, Rancho da Caatinga, Sertão Potiguar e Monte Alegre.

Muito além das medalhas no peito, a conquista em solo sulista escancara o potencial econômico do produto artesanal potiguar e carimba o passaporte dos nossos laticínios para a conquista dos exigentes paladares pelo país afora.

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