Parlamentares da oposição que integram a CPMI do INSS, entre eles o senador potiguar Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, protocolaram no STF um pedido de medidas cautelares – apreensão de passaporte e uso de tornozeleira – contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
O documento, encaminhado ao ministro André Mendonça, solicita a apreensão do passaporte do filho do presidente Lula, sob a alegação de risco de fuga.
O pedido é assinado pelo relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), pelos deputados Marcel van Hattem (Novo-RS), Luiz Lima (Novo-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP), além do senador Eduardo Girão (Novo-CE).
A solicitação se baseia em investigações da Polícia Federal, que apontam o pagamento recorrente de uma mesada de R$ 300 mil a uma empresa ligada à empresária Roberta Luchsinger, apontada como próxima de Lulinha. Segundo a PF, os repasses teriam sido feitos por uma empresa vinculada a Antônio Carlos Antunes, o “Careca do INSS”, personagem central do esquema bilionário de fraudes, e somariam R$ 1,5 milhão, conforme registros e documentos citados no pedido encaminhado ao Supremo.
TL CONTA MAIS
O senador Marinho também tem se dedicado a ecoar em suas redes sociais pedido para prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e críticas aos ministros do STF.
A pauta nacional como prioridade tem gerado comentários sobre uma possível mudança de rota eleitoral para o potiguar, que estaria deixando as questões de campanha local em segundo plano. A conferir…