Sétima Arte: opinião do filme “O Morro dos Ventos Uivantes”
O Morro dos Ventos Uivantes conta a história de um amor-e-paixão entre Catherine e Heathcliff, no século XVII, acredito eu.
Ela, filha de um rico rabugento, nojento e ranzinza, que por sua vez, encontra um menino na rua e o traz pra criar. Assim, eles se conhecem, crescem e sofrem juntos desse pai louco, sendo criados praticamente pela criadagem.
Entretanto, o pai perde todo seu dinheiro no jogo e Catherine começa a sofrer com a falta de conforto, comida e frio. Nesse ínterim, chega pra ser seu vizinho de propriedade, um rico comerciante, o qual a conhece e não perde tempo em pedi-la em casamento.
Por um azar do acaso, Heathcliff escuta parte de uma conversa de Catherine com sua dama de cia, justamente apenas o pedaço que a mesma confirma que vai se casar e que não sente nada por Heathcliff. Este, por tristeza, vai embora.
E assim, esses dois se separam e seguem suas vidas, tornando essa paixão impossível. Um amor super sofrido, por orgulho, palavras ditas em horas erradas e falta de honestidade com seus sentimentos, criando entre os mesmo um jogo de obsessão, rejeição e vingança.
A história consegue passar a grandeza e tristeza da incapacidade de todo esse amor, como também a química entre o casal protagonista.
O filme só peca na cafonice das roupas e do castelo que Catherine viveu enquanto rica. Isso quase deu um toque falso ao longa, destoando do resto.
Opinião-avaliação: 4 estrelas, muito bom.









