16 de agosto de 2026
Nota

Só Freud explica o “ato falho” da Deputada Carla Dickson

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O esforço de contenção de danos da deputada Carla Dickson (PL) acabou produzindo um efeito colateral inesperado. E , para quem ele nas entrelinhas, ainda mais constrangedor.

Após afirmar que teria havido uso da máquina pública da Prefeitura de Natal em favor da pré-candidatura da vereadora e primeira-dama Nina Souza (PL), a parlamentar recuou em sequência: pediu desculpas, alegou ter sido mal interpretada e tentou reforçar o gesto com declarações de apoio, chegando a desejar que a colega seja a mais votada nas próximas eleições.

Mas foi justamente na tentativa de encerrar o episódio que veio o novo tropeço: – “Foi um ato falho”, disse aos ouvintes da 98 FM.

Ao justificar a fala inicial como um “ato falho”, Carla Dickson recorreu a um conceito conhecido da psicanálise de Sigmund Freud — aquele que descreve quando alguém diz algo que não pretendia, mas que, de alguma forma, revelaria um pensamento latente. O que pensa na realidade sem freios pu censuras.

O resultado foi um pedido de desculpas que, longe de encerrar a crise, acabou reabrindo a interpretação sobre o que foi dito — e por qual motivo. Na política e na vida,  há lapsos que passam e outros que insistem em ficar.

Em tempo, a Deputada Carla Dickson (PL) é  médica oftalmologista e certamente já enxergou o embaraço que ela mesma provocou…

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