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A declaração foi na live de quinta-feira do presidente Jair Bolsonaro :

Ah, o general Pazuello tá indo bem ou não na Saúde, tem que ser substituído por um médico…

Tivemos lá um médico primeiro [Mandetta], ó a desgraça que foi. O primeiro médico.

O segundo foi muito rápido, o garoto lá, o segundo ministro [Nelson Teich], por questão de foro íntimo resolveu sair, nada a falar sobre ele, tenho até a agradecer a colaboração que eles nos deu por um pequeno período de tempo ali. E o Pazuello é um gestor — declarou o presidente.

DO TL 

A declaração de Bolsonaro pode ser tudo que o ex-ministro precisa para assumir o protagonismo na polarização do debate político pré-22.

Aquele que não é PT ou o símbolo da esquerda tão temida pelos que elegeram Bolsonaro por falta de opções de centro em 2018.

Aquele também que não foi conspurcado pelos efeitos da Lava-Jato como os nomes do PSDB, MDB, PSD e do seu próprio DEM.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    Bolsonaro continua provando que é um grande imbecil. Ou isso é excesso de confiança no eleitor dele. Que despeito com Mandetta, que nos posicionava com clareza todos os dias nessa crise. Mas o presidente não se importa com mais de 80 mil mortos no Brasil.
    Pazuello pode ser bom para outra coisa, para ser ministro não. Caso fosse, por que o presidente não o tirou da interinidade?

  2. Martha Maria Barbosa Varella
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    Mas é bom lembrar que antes do carnaval Bolssonaro alertou sobre o vírus. Passado o carnaval quando começou com força a pandemia e o presidente tentou fazer algo, o STF delegou aos Estados a competência. Ao governo Federal coube tão somente mandar recursos que não foram poucos. Eu não entendo porque não culpam o gestores que compraram e não receberam os respiradores, epis e remédios que sumiram. Gostaria que esse fato também fosse motivo de indignação.

    • observanatal
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      Também é! Ninguém aqui disse que não é revoltante e com necessária punição.

      O fato de o presidente não fazer o que queria com os governadores e prefeitos não faz dele um pobre gestor. Liberou recursos, meio atropelado, mas liberou, cruzou os braços de forma mais ativa, desestimulando o distanciamento, o uso de máscara, negando a potencialidade do vírus, simplificando as mortes quando o mundo é solidário com os seus. Um presidente não tem que tentar algo, tem que correr para fazer. É isso que um líder faz. Mas já vimos que Bolsonaro só é líder da matilha dele, ou do curralzinho, digo, cercadinho.

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