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Médica diz que coronavírus foi criado em laboratório chinês; governo nega

Do site Poder 360

A médica Li-Meng Yan, virologista chinesa, afirmou que o novo coronavírus foi produzido em 1 laboratório em Wuhan controlado pelo governo da China. Segundo ela, o governo chinês sabia antecipadamente do potencial de propagação do vírus. Em nota, o governo da China nega as informações.

As declarações foram dadas em 11 de setembro, durante uma entrevista ao programa britânico “Loose Woman”.  Li-Meng afirmou que há comprovação da origem do vírus no genoma do microorganismo. Li-Meng diz que vai publicar 1 artigo com as evidências científicas que comprovam essas alegações.

“A sequência do genoma é como a impressão digital humana. Com base nisto, pode reconhecer e identificar esta coisa. Assim, utilizei as provas existentes na sequência do genoma de Sars-CoV-2 para dizer às pessoas porque é que isto veio da China, porque é que eles são os únicos que o fizeram”, explicou.

Li-Meng, especializada em virologia e imunologia na Escola de Saúde Pública de Hong Kong, afirmou que fez duas investigações sobre a covid-19 na China, a 1º de dezembro de 2019 a janeiro deste ano e a 2ª em meados de janeiro.

Segundo ela, “este vírus não é da natureza”, mas sim de 1 experimento do Instituto Militar da China, que descobriu que a modificação laboratorial de 2 organismos, batizados de CC45 e ZXC41, originava 1 novo vírus.

Os resultados foram compartilhados com seu supervisor, que é consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde). Ela relata que esperava que o seu supervisor fizesse “a coisa certa em nome do governo chinês e da OMS”, mas, para sua surpresa, foi ameaçada para “manter o silêncio ou então seria obrigada a desaparecer”.

Durante a entrevista, feita de uma localização confidencial, ela contou que precisou fugir para os Estados Unidos depois de desvendar a operação de encobrimento do coronavírus pelo governo chinês.

Li-Meng compartilhou que está conduzindo sua própria pesquisa juntamente com 1 grupo de cientistas do mundo todo. Ela afirma que 2 estudos serão publicados em breve com as constatações da origem do coronavírus na China.

“Há 2 relatórios, o primeiro virá dentro de vários dias e informará as pessoas sobre as provas científicas. Qualquer pessoa, mesmo aqueles sem qualquer conhecimento de biologia, pode lê-lo.”

OUTRO LADO

Em nota enviada ao programa “Loose Woman”, o governo chinês refutou as declarações de Li-Meng. De acordo com o texto, a China atuou imediatamente para tentar impedir a propagação do vírus. A nota também afirma que o governo norte-americano conduziu uma investigação que concluiu que a suspeita de o vírus ter sido produzido em laboratório era infundada.

Mundo

Incêndio atinge área do Porto de Beirute um mês após grande explosão

Da Agência Brasil

Um estoque de óleo e pneus na região portuária de Beirute pegou fogo nesta quinta-feira (9), pouco mais de um mês depois que uma gigantesca explosão devastou o local e uma área residencial ao redor da capital libanesa. A causa do incêndio ainda não foi esclarecida

A Marinha do Brasil informou, por meio de nota, que a fragata Independência, que opera na região, está em área distante do local do incêndio.

“Todos os tripulantes do navio, componentes brasileiros do Estado-Maior da FTM-UNIFIL [Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano] e pessoal de apoio em terra passam bem”, diz a nota.

O incêndio começou na zona franca do porto, erguendo uma enorme coluna de fumaça sobre a cidade. Imagens de televisão mostraram bombeiros tentando apagar as chamas no porto, onde armazéns e silos de concreto que armazenam grãos foram destruídos pela explosão de 4 de agosto.

Cerca de 190 pessoas morreram na explosão do mês passado e uma área de Beirute perto do porto foi destruída. A explosão foi causada por um grande estoque de nitrato de amônio que foi mantido em más condições no local por anos.

Mundo

Rússia anuncia primeira vacina contra a covid-19

Da Agência Brasil

O presidente Vladimir Putin anunciou nesta terça-feira (11) que a Rússia registrou a primeira vacina do mundo contra o novo coronavírus. Ele garantiu que sua filha já tomou a vacina e que ela estará disponível a partir de janeiro. A decisão é questionada, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu o cumprimento dos protocolos e dos regulamentos.

O Ministério da Saúde russo deu a aprovação regulatória para o produto, desenvolvido pelo Instituto Gamaleya de Moscou, após menos de dois meses de iniciados os testes em humanos.

“Esta manhã foi registrada, pela primeira vez no mundo, uma vacina contra o novo coronavírus”, disse Putin durante reunião com membros do governo.

De acordo com o presidente, o produto é “eficaz” e superou todas as provas necessárias, além de permitir uma “imunidade estável” face à covid-19. Putin garantiu também que uma das suas duas filhas já recebeu uma dose e que se está se sentindo bem.

“Uma das minhas filhas tomou a vacina”, afirmou. “Dessa forma, ela participou da experiência. Depois da primeira vacinação, ela teve 38 graus de febre, no dia seguinte 37, e foi apenas isso”.

A Rússia espera agora poder iniciar a aplicação em massa, mesmo que estejam ocorrendo ainda testes clínicos para comprovar a segurança da vacina. As autoridades russas já tinham anunciado que os profissionais de saúde, professores e outros grupos de risco serão os primeiros a serem imunizados.

A vice primeira-ministra da Rússia, Tatyana Golikova, disse que a vacina vai começar a ser administrada a profissionais de saúde, a partir de setembro, e que estará disponível ao público em geral a partir de 1º de janeiro de 2021.

Decisão questionada

Muitos cientistas, no entanto, na Rússia e em outros países, questionaram a decisão de registrar a vacina antes que sejam completada a chamada Fase 3 do estudo – que, por norma, demora vários meses, envolve milhares de pessoas e é a única forma de provar que a vacina experimental é segura e funciona.

Nas últimas semanas, muitos cientistas expressaram preocupação com a velocidade em que estava sendo desenvolvida a vacina. A Organização Mundial da Saúde pediu “diretrizes claras” para o tratamento e o cumprimento dos protocolos e dos regulamentos em vigor.

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Governo do Líbano renuncia após explosão no porto de Beirute

Da Agência Brasil

O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou nesta segunda-feira (10) a renúncia de seu governo, depois que uma explosão gigantesca no porto de Beirute gerou protestos públicos contra os líderes do país.

Em pronunciamento na televisão, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”.

“Hoje seguimos a vontade do povo em sua demanda ao apontar os responsáveis pelo desastre que esteve oculto por sete anos, e seu desejo de uma mudança real”, disse ele. “Diante desta realidade anuncio hoje a renúncia deste governo.”

O gabinete estava sob pressão para renunciar depois da explosão da semana passada que matou 163 pessoas, feriu cerca de 6 mil e deixou cerca de 300 mil sem moradias habitáveis. Vários ministros já haviam renunciado no fim de semana.

Líbano

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Líbano lida com devastação feita por explosões no porto

Da Agência Brasil

Os habitantes de Beirute acordaram nesta quarta-feira (5) em luto e ainda abalados pelo cenário de devastação causado pelas explosões no porto da capital libanesa, que provocaram pelo menos 100 mortes e feriram milhares de pessoas. As autoridades continuam no local, descrito como “um cenário de guerra”, e admitem que o número de vítimas pode ser maior.

No início desta manhã, horas depois da explosão cuja potência se equiparou a um terramoto de magnitude 3.3, a fumaça ainda saía do porto da cidade. As principais ruas da parte baixa da capital acumulam destroços e veículos danificados, assim como fachadas de edifícios destruídas pelo impacto.

“É como um cenário de guerra. Estou sem palavras”, lamentou o presidente da Câmara de Beirute, Jamal Itani, à agência Reuters, depois de ter inspecionado hoje os estragos causados pelo desastre, estimando que correspondam a milhões de dólares. “Esta é uma catástrofe para Beirute e para o Líbano.”

De acordo com a Cruz Vermelha libanesa, pelos menos 100 pessoas morreram em consequência das explosões e mais de 4 mil ficaram feridas. O presidente  da instituição alertou que esses números podem subir. “Ainda estamos verificando a área. Podem existir mais vítimas. Espero que não”, afirmou à imprensa o chefe da Cruz Vermelha no Líbano, George Kettani.

O grande número de feridos levou a uma superlotação dos hospitais de Beirute, informou a Cruz Vermelha, que atua em coordenação com o Ministério libanês da Saúde. O presidente do Líbano anunciou que o governo vai disponibilizar o equivalente a US$ 66 milhões em fundos de emergência.

Várias pessoas continuam desaparecidas. Ao longo da última noite, os locutores de rádio do país leram os nomes das pessoas que desapareceram e, na rede social Instagram, foi criada a página “Localizar vítimas de Beirute” para partilhar as fotografias dessas possíveis vítimas do desastre.

Explosão

Foi pouco depois das 18h dessa terça-feira (4) que uma enorme explosão – a segunda de duas – abalou a capital libanesa, acompanhada por outras menores. As causas ainda não foram confirmadas, mas o presidente Michel Aoun informou que durante os últimos seis anos estiveram armazenadas, sem condições de segurança, em um armazém do porto, 2.750 toneladas de nitrato de amônia, produto químico utilizado em fertilizantes e bombas.

“É inadmissível que um carregamento de nitrato de amônia, estimado em 2.750 toneladas, estivesse há seis anos num armazém, sem medidas de precaução. É inaceitável e não podemos calar-nos sobre essa questão”, disse o primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, acrescentando que “os responsáveis vão pagar o preço”.

Em breve discurso transmitido hoje pela televisão, o chefe de governo libanês afirmou que o país vive “verdadeira catástrofe” e pediu a ajuda de todos os países e amigos do Líbano.

Crise econômica

A explosão em Beirute, sentida a 240 quilômetros de distância, ocorreu em um período sensível para o Líbano, que vive crescente crise econômica e divisões internas, enquanto lida com os danos provocados pela pandemia de covid-19.

Os últimos tempos têm sido marcados por manifestações nas ruas do país contra o modo como o governo lida com aquela que é considerada a pior crise económica desde a guerra civil de 1975-1990. Muitos culpam os políticos libaneses por se focarem nas próprias fortunas, enquanto falham na realização das necessárias reformas para a resolução dos problemas do país.

O Líbano, que tem uma dívida pública de US$ 90 bilhões, importa a maioria da sua comida, e o porto de Beirute, fundamental no armazenamento dessas importações, está agora destruído.

Líbano

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Forte explosão na região portuária de Beirute deixa vários feridos

Da Agência Brasil

Uma grande explosão atingiu a região portuária de Beirute nesta terça-feira (4), deixando muitas pessoas feridas ao provocar o desabamento de sacadas e quebrar janelas com seu forte impacto, disseram testemunhas da Reuters.

A agência de notícias estatal libanesa NNA e duas fontes da área de segurança disseram que a explosão ocorreu na área portuária, onde existem armazéns que abrigam explosivos. Não ficou claro de imediato o que causou a explosão ou que tipo de explosivos estavam nos armazéns.

“Vi uma bola de fogo e fumaça subindo sobre Beirute. Pessoas estavam gritando e correndo, sangrando. Sacadas foram arrancadas de edifícios. O vidro dos prédios se partiu e caiu nas ruas”, disse uma testemunha da Reuters.

Segundo a emissora local LBC, o ministro da Saúde disse que havia um “número muito alto” de feridos e uma grande quantidade de danos. A emissora de televisão Al Mayadeen disse que centenas de pessoas ficaram feridas.

Outra testemunha da Reuters disse que viu uma fumaça cinza pesada perto da área do porto e depois ouviu uma explosão e viu chamas de fogo e fumaça preta: “Todas as janelas do centro da cidade estão quebradas e há feridos andando por aí. É um caos total.”

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Papa emérito Bento XVI está com infecção no rosto e frágil, diz jornal alemão

Repercute no mundo inteiro a informação dada pelo jornal regional “Passauer Neue Presse”, da Alemanha, de que o papa emérito Bento XVI está com uma erisipela no rosto e em condição frágil.

Bento XVI sofre de erisipela no rosto, uma doença infecciosa que se caracteriza por erupções faciais e episódios de dor intensa, informa o jornal, citando Peter Seewald, biógrafo do religioso.

“Durante o encontro, o papa emérito, apesar da doença, se mostrou otimista e afirmou que, se a força retornar, ele poderia pegar sua caneta novamente”, diz.

Papa

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Estados Unidos planejam mega esforço de testagem de vacinas contra a Covid-19

Da CNN

Os Estados Unidos planejam um grande esforço envolvendo mais de 100 mil voluntários e cerca de seis das mais promissoras candidatas à vacina contra o novo coronavírus. O objetivo, segundo os cientistas que lideram o programa, é cumprir a meta de entregar uma imunização segura e efetiva para a doença até o final deste ano.

O projeto reduzirá o tempo de desenvolvimento de uma vacina, que geralmente é de 10 anos, e vai testá-la em questão de meses, em uma demonstração da urgência para conter uma pandemia que já infectou mais de 5 milhões de pessoas, matou mais de 335 mil e abalou economias em todo o mundo.

Para fazer isso, os principais fabricantes de vacina concordaram em compartilhar dados e emprestar a utilização de sua rede de testes clínicos aos concorrentes, caso sua própria candidata a vacina fracasse, afirmam os cientistas.

A partir de julho, candidatas que demonstrarem segurança em estudos iniciais pequenos serão testadas em larga escala — 20 mil a 30 mil indivíduos para cada vacina. De acordo com o especialista em vacina do Fred Hutchinson Cancer Center, Larry Corey, entre 100 mil e 150 mil pessoas podem estar envolvidas nos estudos.

O esforço para a vacina é parte de uma parceria público-privada intitulada “Acelerando as intervenções terapêuticas e as vacinas para Covid-19”, anunciada no mês passado. As vacinas, que são usadas em pessoas saudáveis, são tipicamente testadas em etapas sucessivas, começando com testes em animais.

Efetividade dos testes

Os testes em humanos começam com um pequeno experimento de segurança em voluntários saudáveis, seguido de um estudo maior para determinar a dosagem correta e ter uma primeira leitura da eficácia. O estágio final consiste em testes de larga escala em milhares de pessoas. Só após isso um desenvolvedor de vacina se compromete com a fabricação de milhões de doses.

Na era do coronavírus, muitas dessas etapas serão sobrepostas, particularmente nos estágios do meio e nos estágios finais da testagem, disseram os cientistas. A abordagem tem seus riscos, pois algumas questões de segurança aparecem apenas em testes de larga escala.

Uma vacina moderadamente efetiva pode ser testada em até seis meses se houver uma grande diferença entre o grupo que tomou a vacina e o que tomou placebo, disse Corey. Para uma vacina altamente efetiva, os testes podem levar de nove meses a um ano.

O governo dos Estados Unidos destinou bilhões de dólares para ajudar fabricantes a produzirem doses de vacina que podem jamais se mostrarem bem-sucedidas.

Finalistas

Para obter a resposta mais rápida, as vacinas serão testadas em profissionais de saúde e comunidades em que o vírus ainda está se espalhando para descobrir se elas reduziram os casos novos de Covid-19.

Segundo o diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH, na sigla em inglês), Francis Collins, a capital do país, Washington — que ainda não chegou ao pico — é um local de teste provável. De acordo com ele, os testes também poderão ser realizados no exterior, inclusive na África, onde o vírus começa a se disseminar.

A vacina da Moderna, desenvolvida em parceria com o NIH, será a primeira a entrar em testes de larga escala em julho, e pode ser acompanhada por uma vacina das britânicas Universidade de Oxford e AstraZeneca.

Na quinta-feira (21), o governo dos EUA afirmou que vai desembolsar US$ 1,2 bilhão para garantir 300 milhões de doses da vacina de Oxford.

A candidata da Moderna já está seguindo para os testes intermediários em humanos. As vacinas de Johnson & Johnson, Sanofi e Merck estão um mês ou dois atrás das pioneiras e “podem ser acrescentadas no decorrer do verão [no Hemisfério Norte]” após os testes iniciais com humanos, acrescentou Collins.

Mundo

Japão começa a fornecer antiviral recém-aprovado para tratar covid-19

Da Agência Brasil

O ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, Kato Katsunobu, afirmou hoje (12) que o governo começou a fornecer a recém-aprovada droga remdesivir a instituições médicas para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus.

Nesta terça-feira, Kato declarou que a entrega do antiviral fornecido por sua fabricante americana havia sido iniciada no dia anterior. O remdesivir é o primeiro medicamento autorizado pelo Japão para o tratamento de pacientes com a covid-19. Sua aprovação foi acelerada na semana passada, após somente três dias de avaliação, depois de a droga ter sido aprovada para uso emergencial nos Estados Unidos.

O Ministério da Saúde do Japão planeja administrar o antiviral somente em pacientes com sintomas graves. Segundo o ministro Kato, as autoridades vão checar dados disponíveis online sobre pacientes elegíveis em hospitais para que os suprimentos cheguem adequadamente aos que necessitam do medicamento.

Mundo

Empresa farmacêutica multinacional inicia testes de vacina experimental para Covid-19 em humanos

O Antagonista informa que a gigante farmacêutica americana Pfizer e a empresa alemã de biotecnologia BioNTech anunciaram nesta terça-feira que iniciaram testes com uma vacina experimental para a Covid-19 em humanos.

Segundo a CNN, o programa de testes foi denominado BNT162. Na semana passada, os participantes do estudo receberam doses da vacina na Alemanha, e a fase de testes nos Estados Unidos já está em andamento.

Os testes serão realizados nas Escolas de Medicina das Universidades de Nova York e Maryland.

A nova fase da pesquisa se propõe a testar a segurança, a efetividade e a dose ideal da vacina em quatro voluntários.

Os primeiros participantes são adultos entre 18 e 55 anos.

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Primeiro-Ministro britânico recebe alta hospitalar após se recuperar do Coronavírus

Informações da Agência Brasil

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson deixou o hospital neste domingo (12).

Johnson, de 55 anos, foi levado ao Hospital St Thomas, no centro de Londres, no dia 5 de abril, sofrendo de sintomas persistentes da covid-19. No dia seguinte, ele foi transferido para a unidade de terapia intensiva, onde permaneceu até 9 de abril.

Johnson gravou um vídeo e divulgou nas redes sociais agradecendo a equipe que lhe acompanhou no hospital.

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Primeiro-Ministro britânico piora quadro de Coronavírus sendo internado na UTI

Da Agência Brasil com Reuters:

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, foi internado na unidade de terapia intensiva de um hospital de Londres após apresentar piora do quadro de covid-19, informou o gabinete do premiê nesta segunda-feira.

“Desde domingo à noite, o primeiro-ministro está sob os cuidados de médicos do Hospital St Thomas, em Londres, depois de ser internado com sintomas persistentes de coronavírus”, disse a residência oficial de Downing Street.

“Ao longo desta tarde, a condição do primeiro-ministro piorou e, a conselho de sua equipe médica, ele foi transferido para a unidade de terapia intensiva do hospital.”

“O primeiro-ministro pediu ao secretário de Relações Exteriores, Dominic Raab, que é o primeiro secretário de Estado, que o substitua sempre que necessário.”

Mundo

Índia anuncia quarentena de três semanas em todo o país

Da Agência Brasil

Países asiáticos estão implementando medidas rigorosas para conter o coronavírus. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, determinou uma quarentena de três semanas em todo o país.

Modi disse, nessa terça-feira (24), que “especialistas da área de saúde afirmam que o período de pelo menos 21 dias é crucial para quebrar o ciclo de infecções do coronavírus”. Segundo o premiê, a quarentena “é a única forma de salvar” a população, de 1,3 bilhão de pessoas.

Mais de 500 casos foram confirmados na segunda nação mais populosa do mundo.

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Casos de coronavírus passam de 200 mil no mundo com 8 mil mortes

Autoridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmaram nesta quarta-feira, 18, que o novo coronavírus é hoje “inimigo comum da humanidade” e representa uma ameaça sem precedentes.

A instituição afirmou que os casos de pessoas infectadas pela pandemia já ultrapassam os 200 mil, com 8 mil mortes.

Quatro em cada cinco casos estão concentrados na Europa e na região do Pacífico Ocidental.

*Informações do Estadão

Mundo

Países fecham fronteiras para evitar propagação do coronavírus

Da Agência Brasil

Com o rápido avanço no número de casos diagnosticados de contaminação pelo novo coronavírus, alguns países da América Latina tomaram medidas extremas, como o fechamento de fronteiras para conter a disseminação da doença. Argentina, Honduras e Peru adotaram a medida.

O presidente do Peru, Martín Vizcarra, decretou ontem (15) quarentena obrigatória para a população e o fechamento das fronteiras do país durante 15 dias. A medida foi tomada após um aumento de 28 novos casos em apenas um dia. O total de pessoas infectadas pelo vírus até o momento é de 71. O Peru tem 32 milhões de habitantes.

De acordo com o governo peruano, as Forças Armadas e a polícia ajudarão a manter a ordem pública, impedindo aglomeração de pessoas. Apenas farmácias, bancos e mercados de alimentos e produtos essenciais estarão abertos.

O presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, decidiu pelo fechamento das fronteiras e do comércio pelos próximos sete dias. As restrições de fronteiras aéreas, marítimas e terrestres não afetarão o transporte de cargas e o fornecimento de produtos.

Ontem (15) o presidente argentino, Alberto Fernández, anunciou diversas medidas. Entre elas, o fechamento das fronteiras que terá duração de 15 dias, podendo ser prorrogado.

A proibição de entrada no território nacional é para estrangeiros não residentes. De acordo com documento oficial, “esta decisão minimizará a possibilidade de entrada e a propagação do vírus em nossa região. Colaboraremos com as autoridades dos países vizinhos na troca de informações essenciais para alcançar o objetivo comum.”

Alberto Fernández afirmou que foram detectados casos em que pessoas que vinham de áreas de risco pousavam em países vizinhos e tentavam entrar na Argentina pela fronteira terrestre.

“Decidimos que durante os próximos 15 dias – prazo que pode ser prorrogado – fecharemos as fronteiras e ninguém poderá entrar, exceto, obviamente, argentinos nativos ou estrangeiros residentes na Argentina”, afirmou Fernández.

Além disso, as aulas ficam suspensas por 14 dias, apesar das escolas não fecharem. A orientação é para que sejam realizadas atividades educativas à distância. Outra medida anunciada é a licença laboral para os maiores de 60 anos, grávidas e menores de 60 anos em condição de risco. A Argentina registra, no momento, 56 casos de contaminação e duas mortes.

Fechamento parcial de fronteiras
O Paraguai fechou parcialmente suas fronteiras a partir de hoje. O presidente Mario Abdo Benítez disse que pretende que a decisão seja ampliada para toda a região do Mercosul, que inclui Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai.

“Uma das propostas é o fechamento parcial da fronteira para as pessoas, não para as mercadorias”, disse Benítez, que também cancelou as aulas durante uma semana.

O Paraguai tem 7 casos confirmados de coronavírus e 25 suspeitos.

A Bolívia já havia tomado decisão semelhante quando proibiu a entrada de pessoas provenientes de países com muitos casos da doença, tornando mais rigorosos os controles nas fronteiras.

No dia 12 de março, o governo boliviano declarou emergência nacional e suspendeu as aulas até o fim do mês, além de proibir a entrada de passageiros provenientes da China, Coreia do Sul, Itália e Espanha.

Na Colômbia, o governo de Iván Duque decretou estado de emergência sanitária até o fim deste mês e fechou a fronteira com a Venezuela. Além disso, proibiu a entrada de voos provenientes da Europa e da Ásia.

Honduras e Guatemala já haviam decidido, na semana passada, pelo fechamento de suas fronteiras em comum.

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Número de mortos por Coronavírus na Itália salta 25% em um dia e chega a 1.809

Informações do G1/France Press

A Itália registrou 368 novas mortes relacionadas com o novo coronavírus em 24 horas, o que eleva o número de vítimas fatais a 1.809 no país, o mais afetado da Europa, segundo um balanço divulgado neste domingo (15) pela Proteção Civil.

Como no sábado (14), o número de infectados também aumentou, com 3.590 novos casos em 24 horas, quase 100 a mais que o aumento do dia anterior, elevando o total a quase 25.000. A região de Milão, na Lombardia (norte), continua sendo a mais afetada, com 1.218 mortos e 13.272 casos.

Mundo

Mortes por coronavírus na Itália disparam

Da Agência Brasil

O número de mortos por coronavírus na Itália aumentou 250 nas últimas 24 horas, o maior aumento diário já registrado em qualquer país, enquanto a região mais afetada da Lombardia pede o fechamento completo de fábricas e escritórios.

Esta semana, o governo impôs restrições drásticas em todo o país, fechando bares, restaurantes e a maioria das lojas e proibindo viagens não essenciais, em um esforço para deter o pior surto da doença fora da China.

As medidas até agora não apontam sinais de desaceleração no número de mortes, que subiram 25% em um dia para 1.266, disse o chefe da Agência de Proteção Civil nesta sexta-feira.

O número total de casos subiu de 15.113 para 17.660 em relação ao dia anterior, um aumento de cerca de 17%.

O chefe de saúde da Lombardia, Giulio Gallera, disse que as restrições do governo não são suficientes para a região que circunda a capital financeira Milão e é responsável por três quartos de todas as mortes no país.

“Estamos pedindo uma exceção para a Lombardia”, afirmou ele à televisão RAI 3, solicitando o fechamento de fábricas, escritórios e transportes públicos na região. “Se conseguirmos resistir por pelo menos oito dias, talvez vejamos as coisas mudarem.”

Não havia indicação de que o primeiro-ministro Giuseppe Conte concordaria em restringir ainda mais o coração dos negócios da Itália, com o governo cada vez mais preocupado com as cicatrizes de longo prazo que o vírus deixará na economia já frágil.

Algumas empresas, como a montadora Fiat Chrysler, decidiram fechar parte de suas operações, enquanto a fabricante de sistemas de freios Brembo anunciou na sexta-feira que interromperia temporariamente o trabalho nas quatro fábricas italianas.

“Hoje temos dois objetivos: cuidar dos doentes e prevenir infecções e cuidar de nossa economia”, disse o ministro das Relações Exteriores, Luigi Di Maio, nessa sexta-feira (13).

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Ministra espanhola é diagnosticada com coronavírus

Agência France-Presse

A ministra da Igualdade, Irene Montero, apresentou resultado positivo para o novo coronavírus, anunciou nesta quinta-feira o governo da Espanha, antes de informar que todos os integrantes do Executivo serão submetidos a exames.

“Montero esté em bom estado de saúde, assim como seu companheiro, o segundo vice-presidente de governo, Pablo Iglesias, que está em quarentena”, afirma o comunicado do governo.

“Seguindo com os protocolos estabelecidos, esta manhã acontecerão exames diagnósticos em todos os membros do Executivo. Os resultados serão conhecidos ao longo da tarde e serão comunicados oficialmente”, completa o texto.

Um conselho de ministros extraordinário programado para esta quinta-feira, com o objetivo de aprovar um plano de medidas econômicas para apoiar setores afetados pela pandemia de coronavírus, como o turismo e as pequenas e médias empresas, acontecerá de acordo com os “protocolos preventivos” determinados pelas autoridades do setor de saúde.

E as próximas reuniões previstas na agenda do presidente do governo, Pedro Sánchez, “acontecerão por videoconferência.

A Espanha registra 2.140 casos de Covid-19 e 48 mortes.

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Trump suspende viagens da Europa aos EUA para conter novo coronavírus

O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (11) que o país vai suspender as viagens de países da Europa aos Estados Unidos por um período de 30 dias, a partir desta sexta-feira. As medidas foram tomadas para tentar conter o novo coronavírus, no mesmo dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia de Covid-19.

Após o discurso de Trump, o Departamento de Segurança Nacional publicou nota que explica que a medida vale para estrangeiros que estiveram nos 26 países da Zona Schengen nos 14 dias anteriores à tentativa de retorno aos EUA. Assim, o Reino Unido, que tem 460 casos, não entra na medida.

*Informações do G1