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Felipe Maia participa de carreata em Nova Cruz e comício em João Câmara

Cerca de 200 carros, mais de cem motos e diversos ônibus participaram, no domingo (29), no município de Nova Cruz, de carreata organizada pelo prefeito Flávio Azevedo (PMDB). O deputado federal e candidato à reeleição, Felipe Maia, participou da movimentação, junto com o deputado estadual Ezequiel Ferreira, o candidato a Câmara Federal Tawfic, os vereadores Gerson e Luis das Verduras e o secretário de Agricultura, Marcelo Lapenda.

A carreata começou na fazenda Nossa Senhora da Conceição, localizada a 10 km do município. De lá, os carros seguiram pelas comunidades de Primeira Lagoa, Pedra Tapada e Lagoa Seca, além de passarem por outros sete bairros e sendo finalizada no Salgado.

De Nova Cruz, o parlamentar seguiu para o município de João Câmara, onde ocorreu o comício da chapa majoritária. A candidata ao governo, Rosalba Ciarlini e o senador José Agripino fizeram grande mobilização no Largo do Ginásio. O prefeito da cidade, Ariosvaldo Targino, o Vavá, aproveitou o momento para confirmar seu apoio ao deputado Felipe Maia. “A juventude está bem representada com a permanência de Felipe Maia na Câmara. Ele tem honrado seus compromissos com a prefeitura e com os moradores de João Câmara”, comentou.

Foto: Divulgação

Felipe Maia e Ezequiel em carreata ao lado de Flávio Azevedo

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João Maia está insatisfeito com Zé Lins

Informações que chagam ao blog dão conta de que o deputado federal João Maia (PR) não ficou nada satisfeito com a adesão da mãe e do irmão do candidato a deputado estadual, Zé Lins (PR), a candidatura do deputado federal Fábio Faria (PMN).

“Como Zé Lins quer receber uma atenção especial de João Maia, deixando sua mãe e seu irmão votar em Fábio Faria?”, questionou um aliado-próximo de João, ao blog.

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Mãe e irmão de Zé Lins declaram apoio a Fábio Faria

Na última sexta-feira (27), o deputado federal Fábio Faria (PMN) caminhou pela cidade de Currais Novos, onde ele sempre é recebido como um representante da cidade seridoense.

Bisneto do empresário Thomaz Salustino, patriarca de uma das famílias mais tradicionais do município, Fábio passou boa parte da sua infância e adolescência na região Seridó.

Neste mesmo dia, Fábio Faria recebeu a confirmação de apoio de Dona Terezinha Lins, mãe do candidato a deputado estadual, Zé Lins (PR), bem como do vereador Eugênio Lins (PSB), também irmão do candidato.

Foto: Dinarte Mariz

Terezinha Lins, Fábio Faria e Eugênio Lins

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Instituto IPESPE também aponta a vitória de Rosalba no 1° turno

A 96 FM divulgou na manhã desta segunda-feira (30), os números oficiais do instituto IPESPE.

Segue os números para o Governo do Estado.

Estimulada

Rosalba Ciarlini – 47%
Iberê Ferreira – 21%
Carlos Eduardo – 12%
Sandro Pimentel – 1%
Brancos/Nulos – 8%
Indecisos – 11%

Espontânea

Rosalba Ciarlini – 37%
Iberê Ferreira – 15%
Carlos Eduardo – 9%
Brancos/Nulos – 7%
Indecisos – 31%

OBS: A margem de erro da pesquisa é de 2,9% para mais ou para menos.

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Larry Rohter: “Este é o 16º ano do governo FHC”

O blog publica alguns trechos da entrevista concedida pelo jornalista americano, Larry Rohter, a revista Época.

O jornalista americano Larry Rohter, ex-correspondente do New York Times no Rio de Janeiro, ficou célebre entre os brasileiros em 2004, quando quase foi expulso do país por Lula depois de publicar uma reportagem em que dizia que a “predileção do presidente por bebidas fortes estava afetando seu desempenho no gabinete”. Mas a sua relação com o país começou muito antes do episódio, ainda no início da década de 1970, quando conheceu Clotilde Amaral, uma brasileira que estudava idiomas na Universidade de Georgetown, onde ele estudava história e ciência política. Rohter começou a aprender português com Clotilde, que, de professora, tornou-se sua namorada e o trouxe para conhecer o país em 1972. Casaram-se um ano depois, tiveram dois filhos e, do convívio com o país, o jornalista escreveu dois livros. O primeiro, Deu no New York Times (editora Objetiva), lançado em 2008 para o público brasileiro. O segundo, Brazil on the rise (Palgrave Mcmillan) (numa tradução livre, Brasil em ascensão), lançado neste mês, é uma introdução ao país para estrangeiros. “O interesse pelo Brasil já era grande em 2008, quando a editora decidiu fazer o livro, e desde então só aumentou”, diz Rohter. “Já sabemos até que haverá uma edição do livro em chinês.”

Nesta entrevista, concedida por telefone do escritório de sua casa, em Hoboken, região metropolitana de Nova York, Larry Rohter fala da nova obra, da campanha presidencial e do Brasil pós-Lula. O jornalista também revela se o episódio que quase levou à sua expulsão do país alterou sua opinião sobre o Lula como presidente.

ÉPOCA – O seu livro retrata as mudanças políticas, econômicas e sociais do Brasil dos últimos 30 anos. Como o senhor as vê?
Rohter –
De maneira geral, o país está no caminho certo. É preciso acelerar e aprofundar as políticas que levaram a avanços importantes no campo social e econômico. A educação é o gargalo mais sério no futuro próximo. Além disso, saúde, habitação também são importantes. E medidas para dar mais oportunidades para os negros e os pardos.

ÉPOCA – O senhor está acompanhando a disputa presidencial e, em seu livro, faz um perfil dos três candidatos com maior intenção de voto (Marina, Dilma e Serra). Qual a sua visão sobre o cenário político desta eleição?
Rohter –
Eu ia dar um perfil de um quarto candidato, o Ciro Gomes, mas ele saiu da disputa, uma vitória política do Lula. Neste instante, o quadro é muito favorável à Dilma. Marina é uma candidata interessante, mas vejo nas pesquisas que ela não continua crescendo. Chegou a um patamar mais ou menos fixo e, agora, o pouco tempo na TV vai dificultar ainda mais uma subida dela nas pesquisas. Ela tem uma plataforma interessante e representa algo diferente, algo fora do esquema tucanos/PT, mas não passa a um segundo turno, se é que vai haver um segundo turno. Porque é possível que a Dilma ganhe no primeiro.

ÉPOCA – A oposição está tendo dificuldades para eleger seu candidato. O senhor já esperava por isso?
Rohter –
O Serra demorou demais para confirmar a candidatura. E a escolha do vice foi desastrosa. Indio da Costa como vice-presidente do Brasil? O Álvaro Dias tem experiência, ele teria sido um candidato com força no Sul do país. Mas quando comentei com minha mulher que o Serra tinha escolhido o Índio da Costa, ela ficou atônita e me perguntou: “Aquele menino?” E é isso mesmo. Agora, a escolha da Dilma também não foi ótima. O Michel Temer, embora um político experiente, representa o antigo. Ele não é uma manifestação de uma nova política no país. Dos três candidatos a vice, o mais qualificado é o da Marina (o empresário Guilherme Leal). Ele pelo menos tem experiência em dirigir algo. Não sei se o eleitorado pensa muito no vice, mas veja a história do país: muito mais do que os Estados Unidos nos últimos 50 anos, o Brasil tem vivido momentos em que o vice assume a presidência. O Jango, o Sarney, o Itamar. Dados os problemas de saúde da Dilma, temos que pensar nisso e tenho certeza de que os investidores estrangeiros já estão pensando.

O Serra desperdiçou uma vantagem inicial que tinha. Ele realmente é um político experiente, foi senador, ministro, governador, e um economista com muitas qualidades, que entende do Brasil e do mundo. Agora, não quero desprezar a Dilma. Ela é uma administradora boa, que conseguiu pôr uma estrutura, uma disciplina no gabinete do Lula, e ela é uma pessoa inteligente. Mas ela nunca foi candidata a coisa nenhuma, está começando agora. E quando a vejo em um comício, ou num debate, parece que ela ainda não se sente confortável. E está carente do calor humano que você vê em candidatos como o próprio Lula e outros presidentes brasileiros como JK ou Getúlio. Ser a indicada do Lula parece que compensa todas as dificuldades. Parece. Estamos em agosto. Vamos ver como vai o resto da campanha.

ÉPOCA – Além dos candidatos, o seu livro destaca o nome de Aécio Neves.
Rohter –
Eu sei que uma aliança Serra e Aécio enfrentava oposição porque representa a aliança dos paulistas com os mineiros e tem gente que acha que é preciso uma chapa mais abrangente. Mas o Aécio é um candidato formidável. O Aécio tem futuro, sim, é claro, mas parece que o partido não sabe aproveitar toda a força que ele representa. Se não me engano, a última pesquisa que eu vi, há uma semana, dez dias, mostrava que a Dilma tinha 60% de apoio em Minas e o Serra, menos de 20%. Claro que ela é mineira. Mas, mesmo assim, um candidato tucano, num Estado em que Aécio é a figura política principal, teria que ter um desempenho melhor, para ganhar.

ÉPOCA – Os estrangeiros estão olhando para as eleições no Brasil?
Rohter –
Ainda não. O que interessa para eles é o resultado: quem vai ser o novo presidente, o que significa para os investimentos, se as mudanças vão ser grandes ou pequenas. No Brasil há apenas um partido de direita, o DEM, e mesmo ele está mudando. Na verdade, no campo ideológico você tende a ver uma convergência. Tanto que eu me lembro que o Francisco de Oliveira, um dos fundadores do PT, quando o Lula assumiu, em 2003, queixava-se de que era o nono ano do governo Fernando Henrique. A esta altura, estamos no 16º ano do governo FHC. Porque a política econômica do governo Lula, com o passar dos anos, é cada vez mais social democrata, no sentido europeu. Claro que ainda existem no partido facções e grupos nostálgicos da linha marxista-leninista, mas não são a maioria. Seria interessante ver como eles vão se comportar num eventual governo Dilma. Se ela tem força suficiente para controlar essa tendência dentro do partido. Mas, hoje em dia, os dois partidos mais importantes no país estão ocupando um campo ideológico que se sobrepõe.

ÉPOCA Como o senhor avalia a relação entre o Brasil e os Estados Unidos?
Rohter –
Claro que a relação do governo Lula com o governo Obama não é tão íntima ou calorosa como se esperava, mas o Brasil ainda continua sendo um interlocutar útil, valioso e isso no próximo governo tende a crescer. Acredito que o próximo governo não vai cometer os mesmos erros que o governo Lula cometeu. Como o que aconteceu com a campanha para conseguir uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU, que prejudicou a relação com Argentina, com México, e não levou a nada. O Brasil fez concessões aos chineses que não foram compensadas.

Em certo sentido, o Brasil entrou na bagunça do Haiti pensando: “Não somos os franceses, não somos os americanos, vamos mostrar como se faz”. Agora está lá ainda sem ideia de como sair. Parte disso é culpa dos EUA e da França, que não cumpriram as promessas de ajuda. Mas às vezes o Lula é confiante demais. Ele vê as coisas de uma maneira simples quando estão complicadas. Ele acha: “O Brasil pode o que os outros não puderam”. E não é assim. No cenário mundial, onde ele tem pouca experiência e pouco conhecimento, as coisas são muito complicadas.

ÉPOCA – Em várias passagens, Lula é apresentado como uma figura anedótica, uma espécie de bobo alegre, fazendo piada de judeu aqui, dizendo que a crise é “problema do Bush”, que é “chique emprestar pro FMI” e que “Pelotas exporta viados”. Não seria interessante mencionar também o episódio em que o senhor quase foi expulso do país por Lula?
Rohter –
Menciono brevemente o incidente com o Lula.

ÉPOCA – Em um parágrafo.
Rohter –
E só vale um parágrafo. Não quero voltar a esse episódio. Foi um espasmo autoritário do presidente e foi contornado. As instituições brasileiras funcionaram como devem funcionar e fui poupado da expulsão que o governo buscava naquele momento. Não sofri represálias. Ainda estou em contato com elementos do PT.

ÉPOCA – Mas o episódio alterou a sua avaliação de Lula como presidente?
Rohter –
Não. Inclusive, neste novo livro, tenho uma visão muito equilibrada do Lula. Reconheço os méritos do governo dele. Na verdade falo de um ciclo de 16 anos – FHC e Lula. O Lula não é um intelectual, mas ele teve a astúcia e a inteligência de ver o valor e a utilidade das mudanças que o governo Fernando Henrique fez e de construir algo usando aquelas mudanças como base. O Lula é um grande político, não tem como negar, não pretendo negar, não quero negar. Mas ele não é intelectual. Ele é mais do estilo Bush.

ÉPOCA – Mas, em termos de carisma, é possível dizer que Obama está mais para Lula do que para FHC, não?
Rohter –
Obama é carismático, sem dúvida, mas é um grande orador e é um intelectual. Então ele difere do Lula. O Lula é um grande orador, mas o estilo dele é mais popular. O Obama consegue despertar esperança, paixões e as mistura com ideias complicadas.

ÉPOCA – O que, na sua opinião, vão representar a Copa de 2014 e os os Jogos de 2016 para o Brasil? Estando fora do Brasil, o que se espera do país como sede desses eventos?
Rohter –
É a chance de projetar o país como potência emergente. Vejo oportunidades e perigos. A advertência que a Fifa fez agora sobre os estádios deve ser levada a sério. Fui bastante crítico dos Jogos Panamericanos porque o Rio fez promessas que não cumpriu. Prometeu construir novas estações do metrô, por exemplo. Mas quando o país faz uma promessa e assina um contrato, tem que cumprir. Senão, a credibilidade do país sofre. Daí o perigo. Com a Copa e as Olimpíadas, você está lidando com outros países, outros povos, que têm outros valores e padrões. E eles vão ficar nervosos se tudo ficar para a última hora. Então é bom começar logo para evitar problemas e constrangimentos. Claro que entendo que estamos em campanha eleitoral e isso acaba postergando contratos e decisões.

ÉPOCA – A violência brasileira está sendo vista como um problema pelos estrangeiros?
Rohter –
A questão da violência vai ficar cada vez mais importante lá fora. É inevitável que em reportagens sobre episódios de violência no Rio, no quarto ou quinto parágrafo, haja menção ao fato de que a cidade vai ser sede dos dois eventos. Tem incidentes que realmente marcam as pessoas. Para mim foi a morte daquele menino João Helio. Até hoje fico pensando no caso dele, na família dele. Não existe um perigo real viver a cada momento no Rio, mas existe uma preocupação que tira algo do brilho da Cidade Maravilhosa. Conheço pessoas aqui que vão visitar o Brasil e não pretendem ir para o Rio porque já ouviram tantas histórias… Eu digo que é exagero, mas tem que tomar cuidado, é claro.

ÉPOCA – Não nos recordamos, aqui na redação, da suspeita de compra de votos de jurados no Carnaval do Rio na vitória da Vila Isabel com um enredo sobre a Venezuela governada por Hugo Chávez.
Rohter –
A imprensa carioca especulou sobre a compra de votos. Eu era correspondente na Venezuela e vi especulação na imprensa lá e, além do mais, tenho parentes que moram na Vila Isabel. Mas confesso que eles são do Salgueiro. Mesmo assim havia especulações sobre isso.

ÉPOCA – Sabíamos da especulação em 2007, quando a Beija-Flor foi campeã.
Rohter –
É, também.

ÉPOCA – Quais são as chances de, daqui a dez anos, o senhor escrever o livro The Rise and Fall of Brazil (A ascensão e a queda do Brasil)?
Rohter –
O Brasil está subindo, como diz o título do livro. O país chegou a outro patamar. O perigo não é cair, mas haver uma estagnação, deixar de subir com a mesma velocidade. A ideia de um Brasil quinto poder daqui a dez, quinze anos não é irreal. Depende de vocês. É uma aspiração lógica. O país está em uma fase bem diferente de sua história. Eu sou otimista. Nesse sentido sou brasileiro.

Quem desejar visualizar a entrevista completa, clique no link abaixo:

http://bit.ly/cGYyQm

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Mossoró está entre as 23 cidades que exibem um crescimento mais rápido que o Brasil como um todo

A revista Veja desta semana trouxe uma matéria especial onde mostra as 23 cidades promissoras em todo o Brasil.

Do nosso Rio Grande do Norte, apenas Mossoró foi destaque entre as cidades onde o futuro já começou.

Veja o que foi destacado pela Veja:

– O plano de urbanização benfeito, preservando qualidade de vida da população.

– O Teatro Municipal Dix-Huit Rosado e a cultura da cidade.

– O pólo cerâmico.

– A abertura de mais de duas mil microempresas, gerando milhares de empregos.

Do blog: Até a Veja colabora (sem querer) com a campanha da governadorável Rosalba Ciarlini (DEM), que administrou o município por três vezes.

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Henrique Alves pediu votos para Álvaro Dias (Carlos Eduardo) em Caicó

Na última quarta-feira (25), o senador-candidato Garibaldi Filho (PMDB) e o deputado federal Henrique Alves (PMDB), estiveram em Caicó participando de uma mobilização política ao lado do candidato a deputado estadual, Roberto Germano (PC do B) e do candidato a vice-governador de Carlos Eduardo, o deputado Álvaro Dias (PDT).

Apesar das assessorias de Garibaldi e Henrique confirmarem que nenhum dos dois pediu votos para Álvaro Dias (Carlos Eduardo), a conversa é outra pelo menos com relação ao discurso de Henrique.

Segundo informações obtidas pelo blog, Henrique pediu SIM votos para Carlos Eduardo.

O vereador Lobão tem uma fita gravada com os discursos de Henrique e Garibaldi.

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Vereador e fiel escudeiro de Álvaro Dias admite derrota de Carlos Eduardo

Ontem a noite, após o blog chegar das andanças políticas com o ex-governador e candidato a deputado estadual, Vivaldo Costa (PR), o blog foi assinar o ponto no quiosque do amigo Pituleira, na Praça de Alimentação de Caicó, local que virou tradição em reunir jornalistas, políticos, formadores de opinião e autoridades de Caicó.

Os vereadores Miltão (PR), Zé Maria (PR), Lobão Filho (PMDB) e Sandoval da Silva (PP), formavam uma mesa que discutia unicamente política.

Eis que o blog sentou a mesa e começou a ouvir e discutir sobre os assuntos que surgiam.

De repente, o vereador Lobão Filho (PMDB), fiel escudeiro do candidato a vice-governador Álvaro Dias (PDT), a quem ele chama de pai, afirmou que se o seu pai (Álvaro Dias) perder a campanha (que caminha para isso), e Rosalba ganhar (que caminha para isso), ele não iria ficar por baixo, já que Garibaldi Filho vai ser eleito senador, apóia Rosalba e vai fazer com que o Governo atenda os pleitos de Lobão em Caicó.

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Fábio e Robinson Faria são recebidos por lideranças em Serrinha‏

O ex-prefeito de Serrinha e uma das maiores lideranças da região Agreste, Manuel do Carmo, recebeu os candidatos da coligação “Força da União” em comício na avenida central da cidade na noite desta quinta-feira (26). O candidato a vice-governador, deputado estadual Robinson Faria, representou a senadora Rosalba Ciarlini. Manuel também apresentou o seu candidato a deputado federal, Fábio Faria, e o deputado estadual Raimundo Fernandes, ambos do PMN.

 “Receber o apoio de um líder com a história política de Manuel do Carmo é motivo de muito orgulho para qualquer candidato, ainda mais para mim, que convivo com um grande admirador deste ex-prefeito e ex-deputado, Robinson Faria, e carrego a mesma admiração e respeito”, disse Fábio Faria.

 Antes de Serrinha, Fábio e Robinson Faria foram a João Câmara, onde receberam apoio da ex-prefeita Gorete Leite. Eles estavam acompanhados da senadora Rosalba Ciarlini e do deputado José Adécio (DEM). Fábio Faria ainda caminhou na cidade de Macaíba na tarde desta quinta.

Foto: Divulgação

O discurso de Fábio Faria em Serrinha

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Iberê e Wilma fazem grande mobilização em Luís Gomes

Nesta quinta-feira (26), a população de Luís Gomes saiu às ruas para acompanhar a mobilização de Iberê e Wilma no município.

Um discurso que chamou atenção da população foi o da deputada federal Sandra Rosado (PSB), que afirmou que o povo deseja a vitória de Wilma para o Senado. “O Rio Grande do Norte fará justiça, vai eleger Wilma e vai ver o que é uma senadora de verdade”.

Em Luís Gomes, o prefeito Dedezinho, o ex-prefeito Pio X, o vice-prefeito Dr. Tadeu se revezaram no palanque e mostraram porque o povo os acompanha na decisão de apoiar Iberê e Wilma.

Foto: Ivanízio Ramos

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O acordão da sublegenda com a legenda

Existe um acordo entre a sublegenda e a legenda aqui no Estado.

SE a legenda chegar ao governo, o cabeça da sublegenda disputará a prefeitura de Natal, e o companheiro da sublegenda assumirá a secretaria estadual de saúde.

Entendeu?

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Carlos Eduardo faz mobilizações no Trairí

A região Trairi foi o cenário das mobilizações da campanha de Carlos Eduardo (PDT) entre a tarde e a noite desta quinta-feira (26). Juntamente com os companheiros de chapa Álvaro Dias (candidato a vice-governador pelo PDT) e Sávio Hackradt (candidato a senador pelo PCdoB) e outros integrantes da coligação Coragem Pra Mudar (PDT/PCdoB/PRP), Carlos Eduardo comandou caminhadas e comícios em Tangará, Lajes Pintada e Santa Cruz.

Em Santa Cruz, onde aconteceu o ponto alto das mobilizações desta quinta no Trairi, o médico Petrônio Spinelli, líder local do PT, voltou a integrar a campanha de Carlos Eduardo, a exemplo do que já havia feito no último sábado (21), quando os dois fizeram uma caminhada pela feira livre da cidade. Desta vez, a movimentação aconteceu no bairro Paraíso, um dos mais populosos de Santa Cruz.

Ao fim da caminhada, Carlos Eduardo e os aliados participaram de um comício, no qual o candidato a governador reiterou seus compromissos com projetos de desenvolvimento para o Trairi e todo o Rio Grande do Norte.

Fotos: Alex Régis

Carlos Eduardo caminhando em Lajes Pintadas

O comício em Santa Cruz

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Rosalba, Garibaldi e José Agripino caminham no Pajuçara e ouve apelo de jovens por uma educação de qualidade

Na tarde desta quinta-feira (26), a governadorável Rosalba Ciarlini (DEM) e os senadores-candidatos Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), caminharam pelo Bairro de Pajuçara, Zona Norte de Natal.

O senador João Faustino (PSDB) e o candidato a 1º suplente de Garibaldi, deputado Paulo Davim, acompanharam Rosa, Gari e Jajá na caminhada, além do deputado federal Felipe Maia (DEM).

Durante a caminhada, vários jovens chegaram aos candidatos reclamando da falta de uma escola de qualidade no bairro, e de uma área de esporte e lazer.

No discurso Rosalba não contou conversa: “Eleita governadora, vou buscar parceria com a prefeitura de Natal e atender essas necessidades dos jovens”.

E apesar da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) já existente no Bairro, Rosalba entende que poderá ser criado um centro de diagnóstico para melhorar a saúde dos moradores.

Fotos: Elisa Elsie

Rosalba e Garibaldi

José Agripino, Aluizio Machado e Rosalba

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Aliado de Garibaldi e Henrique acha que Hugo Manso está orientado por Wilma

Nesta quinta-feira (26), o blog recebeu a ligação de um aliado próximo ao senador-candidato Garibaldi Filho (PMDB) e ao deputado federal Henrique Alves (PMDB).

Na visão dele, o candidato ao Senado Hugo Manso (PT) está seguindo uma estratégia criada pela também candidata ao Senado, Wilma de Faria (PSB).

“É mais uma estratégia de tentar afastar Garibaldi do DEM”, afirmou o aliado.

O blog discordou e questionou: “Afastar Garibaldi do DEM, como? Denegrindo a imagem do senador?”

Foi aí que o aliado dos primos (Gari e Henrique) sugeriu que eu fosse olhar o Blog do Daniel Cabral.

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Hugo Manso afirma que Garibaldi pode prejudicar Henrique

“A postura adotada por Henrique pode manchar sua imagem junto ao partido”

A declaração de Hugo Manso mostra que o PT ainda não engoliu a divisão do PMDB no RN. Em entrevista ao blog, o candidato ao senado pelo PT disse que a postura de parte do PMDB (leia-se Garibaldi) em apoiar a senadora Rosalba Ciarlini e fazer dobradinha com José Agripino, pode prejudicar o deputado federal Henrique Alves.

Henrique é o nome mais cotado para ser presidente da Câmara dos Deputados e para isso precisa do apoio do PT. “Falo isso por que conversei com a liderança nacional do meu partido e eles ficaram insatisfeitos”, afirmou Hugo.

O candidato petista acredita que ao pedir votos para Rosalba e Agripino, Garibaldi está fortalecendo o projeto da oposição. “O único lugar onde o DEM pode fazer um governador é nosso Estado. E Garibaldi ainda vai ajudar a voltar ao congresso o líder da oposição a Lula”, reclamou.

Fonte: Blog do Daniel Cabral

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Hugo Manso: “Eu desafio Garibaldi: rompa com Agripino e Rosalba e vamos sentar à mesa”

 “Eu desafio Garibaldi: rompa com Agripino e Rosalba. Vamos sentar à mesa. Henrique estimule o rompimento, seja padrinho do rompimento e nós sentamos para conversar”, disse o candidato ao senado pelo PT. Perguntado se essa declaração quer dizer que estaria disposto a abrir mão da candidatura, Hugo só repetiu a frase; “Rompa com Agripino e Rosalba e vamos sentar para discutir”.

Essas declarações dão sinais de pelo menos dois sentimentos: o de que o voto de Garibaldi pode salvar as candidaturas de Iberê e Wilma, e de que o PT está cada vez mais empenhado em derrotar o DEM. Para Hugo Manso, custe o que custar.

Fonte: Blog do Daniel Cabral

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Ao lado de Vivaldo, Rosalba cumpre mais uma extensa agenda no Seridó

Nesta sexta-feira (27) e no sábado (28), a governadorável Rosalba Ciarlini (DEM) vai cumprir mais uma extensa agenda na região do Seridó.

Além do candidato a vice-governador, Robinson Faria (PMN) e dos senadores-candidatos Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), Rosalba estará acompanhada do ex-governador e candidato a deputado estadual, Vivaldo Costa (PR), único candidato a deputado do Seridó que está com a Rosa.

Na sexta-feira, Rosalba e comitiva visitam São Vicente, Florânia e Jucurutu.

Já no sábado, os municípios visitados serão: Bodó, Cerro Corá e Currais Novos.

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E por falar em Nelter, ele é o aniversariante do próximo domingo (29)

Falando no deputado estadual Nelter Queiroz, vale lembrar que ele é o aniversariante do próximo domingo (29).

Seus aliados de Jucurutu, já programaram uma missa às 9h, na igreja de São Sebastião.

Após a missa, Nelter visita a feira livre e vai ao canteiro de obras da estrada que liga Jucurutu à Serra João do Vale. Às 18h, Nelter segue para Acari, onde participa de um grande comício com as presenças do prefeito Antônio Carlos (Tom) e seu vice Alexandre, os ex-prefeitos Zé Fernandes, Salésia e Dr Juarez, além de vereadores de Acari.