O meme que contradiz o título foi um dos milhares que circulou ontem nos grupos de whatssapp depois que o candidato Democrata Joe Biden contabilizou os necessários 270 delegados dos Estados americanos.

Aglomeração nas redes sociais de torcedores sem voto e com muita voz engasgada desde o pleito de 2016, quando Donald Trump venceu a Democrata Hillary Clinton, mesmo tendo menos votos diretos. Vencedor nas regras do jogo, diga-se.

Mas a mensagem que trago ao TL fala muito de quem passa e de quem pensa como Trump. Se Trump tivesse vencido, certamente, o clima naquele Iphone também seria  de comemoração.

Mas sabe o que muda de verdade, meu caro (a)?

Muda não só os reflexos sabidamente histórico, político, econômico e filosófico já registrados em tantas outras oportunidades ; seja no Golpe de 64, na Guerra Fria ou por último na eleição de Bolsonaro. A sintonia entre EUA e Brasil é inquestionável. Entre os EUA e o mundo também.

Muda que a Bolsa e o Dólar dependem muito do mercado de lá. E isso, querendo ou não, interfere na nossa notinha do arroz, laranja ou pão no Nordestão.

Mas muda bem mais do que isso…

Muda que esse sentimento de que o “universo sou eu” e “eu me basto” não é mais o lema da vez.

Muda que o negacionismo, a prepotência, a misoginia, a falta de educação e respeito às minorias não será mais o mote de quem está no poder.

Muda que o uso da máscara não vai ser visto  como “coisa de veado”  ou demasia ineficaz em tempos de pandemia. Muda que a ciência volta a ser ouvida sem questionamentos tolos e irresponsáveis.

Muda que o ser humano que não se sente acolhido em sua Pátria não será olhado como um loser (perdedor) sem vez nesta vida. Muda que os negros vão poder respirar como brancos, amarelos, vermelhos ou, principalmente, laranjas.

Muda que o respeito à vida ou a 240 mil vidas volta a ser condição de humanidade, de discernimento, de pessoas de bem, de líder, de quem tem competência  para chefiar uma família, Estado ou Nação.

Muda que o presidente eleito traz missão de paz e união, que promete ser um presidente para unir e não dividir. E isso já é muita mudança…

Temos que parar de tratar nossos adversários como inimigos. Não são nossos inimigos, são americanos..

E citando o Eclesiastes, o segundo presidente Católicos dos EUA lembrou a cura necessária para corpos e mentes mundo afora:

A Bíblia nos diz que para tudo há um tempo – um tempo para construir, um tempo para colher, um tempo para semear. E um tempo para curar. Esta é a hora de curar… 

Falou quem já passou grandes provações de  vida; perder filhos, perder a mulher recém-casado e ainda assim seguir,  se superando e sabendo que aqui não é finitude. É aprendizado, é exemplo:

Hoje à noite, o mundo inteiro está observando a América. Vamos liderar não só pelo exemplo da força, mas pela força do exemplo.  

O exemplo de quem sabe que interfere na vida do mundo; das Américas a Asia, passando pela União Europeia.

Isso até os adversários concordam.

Haja vista o que vaticinou o deputado federal Eduardo Bolsonaro – aquele mesmo que quase foi o representante do Brasil na Embaixada americana – em suas redes sociais em maio de 2020:

Acontece nos EUA, acontece no Brasil… 

E se as regras seguem valendo em 2020, 2021, 2022.

 Aí sim, que vai mudar muita coisa em nossas vidas pelos próximos anos!

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