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A Vejinha São Paulo  publicou na última sexta-feira (13) reportagem de capa sobre o estilo de vida dos paulistanos que trabalham na Avenida Brigadeiro Faria Lima, os Faria Limers.

Talvez uma reeleita dos “Yuppies” anos 80, aqueles jovens profissionais urbanos entre 20/40 anos entre classe média e o topo da pirâmide.

E a expressão caiu no gosto da galera; dos habitués da famosa rua de São Paulo – onde fica o Shopping Iguatemi –  e dos nem tanto assim.

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A capa inaugurava a venda da revista separada de VEJA em banca e lançou a assinatura mensal da revista por 19,90 reais, ganhou repercussão nas redes sociais.

A chamada “Os Faria Limers” figurou entre os assuntos mais comentados do Twitter e chegou a ocupar o primeiro lugar nos Trending Topics .

Os Faria Limers já faz parte do “tem que saber” para não se sentir out das conversas de final de ano. Tanto que ontem o trio de filósofos no Roda Viva incorporou o termo, mostrando que o neologismo não ficará restrito às bolhas do consumismo efêmero.

Vale do Silício brasileiro, condado, bolha, ilha da fantasia.  Os apelidos se multiplicam no novo coração empresarial da cidade.

Trata-se de uma área de cerca de 460 000 metros quadrados da Avenida Brigadeiro Faria Lima, entre a 9 de Julho e a Rua Elvira, perto do cruzamento com a Avenida Juscelino Kubitschek.

O quadrilátero, que equivale a apenas um terço do Parque do Ibirapuera, acumula 20% dos inquilinos em prédios de alto padrão de toda a cidade e reúne cerca de 2 600 empresas.

Entre elas, sedes de gigantes como Bradesco, Itaú, BTG Pactual, XP Investimentos, J.P. Morgan, Credit Suisse, Google e Facebook, além de dezenas de assets (gestoras de investimentos) e escritórios de advocacia.

Esse conglomerado, em que trabalham apenas 16 000 pessoas, movimenta 5% da economia da capital.

DO TL: Não se tem  notícia ainda de paralelo dos “Faria Limers” em Natal, mas este blog aguarda sugestões que já espera variações entre  Afonso Peners,  Ulysses Calders, Hermes da Fonsecars… Ou NDA, Natal está totalmente fora dessa realidade.

 

 

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