Surpresa no discurso não houve, ficou restrita à presença da Governadora Fátima Bezerra na coletiva que seu Governo faz desde o início da Quarentena com alternância de Secretários de Estado e técnicos, atualizando dados do Coronavirus no Rio Grande do Norte.

Sempre houve críticas sobre a omissão e falta da palavra política, seja para anunciar, convencer, justificar, se solidarizar. Dizer #tamojunto.

Hoje, esta oportunidade. Agradeceu à imprensa, se solidarizou com as famílias das vítimas de Covid-19, falou sobre o adiamento da reabertura, atribuindo sua decisão à opinião do Comitê Científico.

(…) Nossa perspectiva é positiva, pois o pico chegou, o que aponta para uma queda na transmissibilidade.

Fátima também fez uso do retrovisor para justificar o colapso agravado no Rio Grande do Norte:

Encontramos o SUS em estado de localidade, mas mesmo assim conseguimos abrir leitos, inclusive de UTI. Em parceria com demais poderes, conseguimos instalar cera de 390 leitos. 

Questionada sobre seu isolamento irrestrito, comentou:

Eu tenho 65 anos de idade e nesse contexto de pandemia tenho que ser a primeira a dar o exemplo de silomanrto social, mas trabalho em Home office quase 24 horas por dia… 

Ao final, Fátima aumentou o tom otimista à Intertvcabugi; “Se Deus quiser, tudo vai correr bem e próximo dia 01 anunciaremos a reabertura”.

OPINIÃO DO TL 

Por que hoje a saída de Fátima sem nada de positivo a declarar?

O Governo sentiu o peso de cobrança, de repudio e desgaste das decisões perante às classes produtoras do RN. Precisava de uma resposta mais simbólica e representativa, quando as críticas ao desgoverno e omissão crescem nas redes e na vida real.

Além disso, a Governadora já teria que sair de seu confinamento hoje à tarde.

Ela tem uma agenda inadiável e intransferível  com o Ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional)  em seu Gabinete.

 

Comentários do Site

  1. observanatal
    Responder

    Fátima é igual ao Bolsonaro, só se enganou quem quis. Com os dois! Ela é assim, oportunista, caricata. Foi para entrevista para enrolar, na necessidade de reagir, mas, muito mais, por ter que se encontrar com o Ministro Rogério Marinho. Útil ao agradável, responder aos questionamentos e ainda aproveitar para chegar com o pires sem que perguntem por onde ela estava antes. Que lógica maquiavélica.

    Vamos abrir em 01 de julho porque o Governo não aguenta mais a pressão. Não vamos ter menos casos, mais folga no sistema, até dia 1°, isso é óbvio!

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