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A Reforma da Previdência é realidade na administração da primeira Governadora de origem popular do Rio Grande do Norte.

Reforma necessária, urgente e inadiável. Reforma tão criticada pelo PT de Fátima e por seus mandatos de deputada federal e senadora da República.

Prints e discursos do passado pululam nas redes sociais.

Talvez por isso a comunicação do primeiro Governo de origem popular tenha escolhido a distância como resposta.

Como se a tática de avestruz fosse o melhor caminho para evitar vínculo entre os atos do Governo com a Governadora.

O rosto da reforma tem sido do Secretário Carlos Eduardo Xavier (Tributação).

É ele quem declara, argumenta e informa sobre as alíquotas a serem praticadas. Números nada mais.

“Direitos adquiridos e perversidade com trabalhador” são temas bem guardados dentro da mochila para palanque eleitoral.

Enquanto isso, no outro Rio Grande, o do Sul, o governador Eduardo Leite adotou postura oposta ao que vemos por aqui.

Lá, assumiu o protagonismo e o diálogo com a Assembleia Legislativa. Ontem, ele recebeu no Palácio Piratini deputados estaduais. Dessas reuniões sem fotos ou filmagens. Entre pessoas com legitimidade para resolver medidas para um estado em crise.

No RN, ainda não dá para saber quanto tempo vai durar o silêncio da Governadora Fátima sobre Reforma da Previdência.

Se vai agir com transparência e verdade, assumindo perdas, ganhos e revisão de conceitos para seu avatar político.

E não se pode prever, principalmente, por não saber se o silêncio é por falta de conhecimento ou esperteza política.

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Comentários do Site

  1. observanatal
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    Pronto, você usou a palavra que não define esse governo: transparência.
    Fátima só quer aparecer na hora da solução, não quer nenhum desgaste para sua imagem de governadora de origem popular. É uma sequência crescente de omissões, de silêncios, que em outras épocas teria o grito da mulher do gópi.
    Aí vemos uma diferença do governo anterior, já que Robinson Faria, na maioria das vezes, assumia as tolices que fazia, ainda que achando uma maravilha. Fátima tem sido covarde nos seus posicionamentos, em assumir sua parte no ônus. Ela não é líder, ela é chefe e chefe ruim.
    O Rio Grande do Sul, em quase um ano, sinaliza que está, aos poucos, entrando nos trilhos. O Rio Grande do Norte sinaliza que Lula estava errado sobre dizer que Fátima é uma “cumpanhêra” ***** duro. A não ser que seja só para defendê-lo.
    Ô RN tolo, não acerta uma eleição!

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