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Muito se fala sobre polarização e dicotomia na política brasileira a partir do pleito de 2018.

No jornalismo digital o “fenômeno” também pode ser visto em algumas sutilezas ou detalhes explícitos como é o uso da palavra … “suposta”.

Um exemplo fresquinho, da tarde desta quinta-feira, é a repercussão de uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

O TRE/PE reprovou as contas de Maria de Lourdes Paixão Santos, candidata a deputada federal pelo PSL, nas eleições do ano passado e determinou que ela devolvesse R$ 380 mil ao fundo partidário.

Ela foi a que mais recebeu recursos do fundo do partido do então candidato Bolsonaro.

Sobre a decisão, que ainda cabe recurso, vale a pena refletir como recebeu tratamento dos sites O Antagonista e DCM (foto acima).

Em tempo: Como estaríam as mesmas manchetes se a candidata “supostamente” laranja fosse do PSOL ou PT?

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