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Não foi desta vez que o mundo assistiu um presidente Bolsonaro moderado e conciliador na ONU. 

 Em um discurso radical e com mentiras flagrantes,  Assembleia Geral da ONU foi cenário para defesa de tratamento precoce contra a Covid-19, crítica ao passaporte sanitário e uma constatação irreal;  que o Brasil estava à beira do socialismo antes de assumir o governo.

Além disso, citou dados imprecisos  de desmatamento e alegações infundadas sobre o enfrentamento da pandemia.

Em tempo real, a repercussão. Da bancada federal do Rio Grande do Norte, os senadores Zenaide Maia (PROS) e Jean Paul  Prates (PT) rechaçaram a forma e o conteúdo.

Disse Zenaide:

O que esperar de um discurso de Bolsonaro na ONU?

Nada diferente da pequenez que testemunhamos.

A diferença é que, agora, quem na comunidade internacional ainda dava a ele o benefício da dúvida, verificou que se trata mesmo de um caso perdido.

BolsonaroVergonhaDoBrasil

Já o petista Jean Paul Prates, do PT, a lembrança de Osvaldo Aranha:

Bolsonaro usou a #ONU2021 como palanque eleitoral e abusou das Fake News.

Falou para sua bolha e sai de NY para o cercadinho do Palácio do Planalto.

Osvaldo Aranha, presidente da primeira sessão especial da Assembleia das Nações Unidas, deve estar se revirando em seu túmulo.

Sem surpresas, a constatação geral é que o discurso do cercadinho na frente do Palácio da Alvorada foi para Nova York.

Dos temas recorrentes, o presidente só omitiu a discussão em torno  do voto impresso não auditável.

Comentários do Site

  1. observanatal
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    Esse dois são fracos, mas ninguém é pior que Styvenson. O senador machista manifestou alguma opinião?

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