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Deu no Estadão 

A operação da Polícia Federal que teve como alvo o governador e o ex-governador da Paraíba pode estar ligada à ação do Ministério Público do Rio contra Flávio Bolsonaro, acreditam correligionários do senador e também assessores muito próximos do presidente, ao menos na questão do timing.

A busca e apreensão de ontem seria uma resposta de Wilson Witzel: um dos colaboradores da investigação na Paraíba, o empresário Daniel Gomes, citou suposto esquema de caixa 2 na campanha do governador, desafeto do presidente e de seus filhos.

A operação da PF, sob Sérgio Moro, que mirou o governador João Azevêdo (sem partido) e o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) e respingou em Witzel anteontem foi a Calvário.

Bolsonaristas mais contidos, porém, avaliam que não há, ao menos por enquanto, provas para alegar uma ingerência direta do governador do Rio no Ministério Público

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