Resorts de luxo no Mar Morto. O outro lado da Jordânia


Os resorts do Mar Morto mostram uma outra face da Jordânia. Religiosidade e arqueologia dão a vez ao luxo e à ostentacão. Parece o Caribe. Sol o ano todo, mega hotéis, farto consumo, amplas piscinas.
Os hóspedes em geral não tomam banho no Mar Morto, devido à alta salinidade da água, que impede o mergulho. Os turistas americanos e europeus, sim. Bóiam (também não dá para nadar), com direito a levar revista para ler e, claro, a máquina fotográfica para registrar o inusitado.
Grandes cadeias de hotéis, como Marriot, Kiempiski e Movienpick têm resorts no Mar Morto. Público alvo? O próprio mundo árabe. Claro, a classe alta. Há muitos hóspedes da Arábia Saudita e do Kuwait, que são próximos e reúnem muitos empresários do ramo petrolífero.
Os cosméticos do Mar Morto são atração à parte. Fartamente comprados e consumidos, são indicados para a pela. No próprio banho de mar, há uma lama indicada para passar no corpo, que dizem ter poderes medicinais.
O que fazer nos resorts do Mar Morto? Para os turistas ocidentais, os programas são desfrutar das piscinas (é melhor no final de tarde e à noite, pois o sol é intenso), se esbaldar nos fartos bufês dos restaurantes e, à noite, ver shows de dança do ventre.
Detalhe: bebida alcoólica na Jordânia é algo caríssimo. Eles importam e sobretaxam. Uma cerveja em lata custa algo como US$ 6. Ou seja: R$ 10. Já o cigarro é fartamente consumido na Jordânia, além de fabricado. Um maço de Marlboro custa pouco mais de US$ 2. Menos de R$ 4. Mais barato do que no Brasil.


