3 de março de 2024
Turismo

Criptomoeda na sustentabilidade do Turismo? Entenda

Contribuir positivamente com o meio ambiente não é mais só obrigação de governantes e países. Seja como for: utilizando sacolas reutilizáveis, reciclando o lixo, indo ao trabalho de bicicleta ou até mesmo escolhendo o turismo sustentável como forma de lazer nas férias.

E mais: priorizar a economia local, respeitar as culturas da região e repensar as possibilidades de transporte, entre outras. Mas você já parou para reavaliar a forma de pagamento? Ela também pode se enquadrar na sustentabilidade.

Em 2023, a Vivalá Turismo Sustentável no Brasil tornou-se o primeiro negócio social brasileiro focado em expedições de turismo sustentável a aceitar criptomoedas como forma de pagamento. Com mais essa opção, a expectativa é de que o turismo com impacto se popularize e seu acesso seja democratizado.

Viajantes do mundo inteiro poderão fazer suas transações com facilidade. Antes, o público internacional efetuava pagamentos por meio de transferências internacionais ou PayPal, gerando altas taxas e, por vezes, trâmites bem burocráticos.  

Ao entrar no mundo das criptomoedas, a Vivalá tinha algumas preocupações, entre elas a de buscar a moeda com mais vantagens e impactos positivos – sim, isso é possível -, principalmente durante sua mineração.

“Optamos por trabalhar apenas com moedas que tornam nossa operação ainda mais sustentável, com muito menos gasto de energia nas transações, em comparação com outros métodos convencionais. Queremos, assim, democratizar ainda mais o acesso às expedições, em especial para o público internacional, afirma Daniel Cabrera, cofundador e diretor-executivo da Vivalá. 

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